Porque as crises, choramingos e papos sérios eu deixo para o meu travesseiro

É sabido que um dos grandes (opa!) atrativos da mulher brasileira é nosso (sim, pô, eu sou uma) derrière. Umas poupanças maiores que as outras, umas mais durinhas e outras mais molengas, mas a maioria de nós foi agraciada com glúteos arredondados e empinados de fazer inveja a holandesas, norte-americanas, inglesas e chinesas – se a afirmação acima é verdade ou apenas estereótipo criado para atrair turista, não sei – sei do meu caso, em particular, já vi minha avó materna e minha mãe de costas, e percebo a generosidade divina no quesito genética. Embora branquela e de cabelos artificialmente clareados, é no rebolado ao caminhar e na lordose que não nego minhas raízes.

Sei também que ter internet bund.. quer dizer, banda larga contribui horrores para o sedentarismo da população, ou pelo menos da população aqui de casa – e é por isso que, prevendo meu futuro aparentemente inevitável (o queeee? euzinha? virar freak de academia? no cu, pardal!), vibrei ao tomar conhecimento deste artefato caseiro sensacional – maior e reforçado nas laterais, este não quebra jamais!

(ih, rimou)

Na verdade, acho que o lance foi desenhado para pessoas realmente obesas, mas nós mulheres-pêra também podemos tirar proveito destas invenções, não?

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E por falar em mulheres, este site é lindo.

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Filmes da semana:

– Narradores de Javé

– Documentário sobre John Huston (cara, apaixonei!)

– As Sete Faces do Dr. Lao

– Todas as cores do amor (obrigada, moça, demorei mas tou indo agora)

Depois desenvolvo algo sobre cada um – ou não.

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Ora.. foda-se.

(nada não, apenas pensando alto)

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