Morar sozinha não é mole não. Você tem que manter a casa limpa e arrumada, pagar contas (muitas contas, e todas em dia), cozinhar, mas tem suas vantagens – lógico. Se não tivesse, ninguém assumia essa responsabilidade toda, certo?

Uma delas é a privacidade. É poder trazer quem eu quiser quando eu quiser, é poder ficar sozinha quando eu bem entender. E a outra é poder – respeitando os horários de silêncio por causa dos vizinhos – botar o som no talo.

Então ocorre que hoje, sábado, meio dia, estou ouvindo uma ds melhores bandas dos anos 70: Slade (nunca nunca nunca confundir com Slayer, ok?)

Slade é algo entre o glam rock e o hard rock. Slade é Cum On Feel The Noize, é Mama Weer All Crazee Now. Slade é festa, é bom pra acordar, é diversão garantida.

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Adendo: “Bangin’ Man” é A música. Começa com aquele cowbell safado (banda de hard rock tem que ter cowbell), imagina um Creedence Clearwater Revival com mais peso e corinhos em falsete? É foda. Ouçam urgente.

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Aliás, cadê meu cd do Creedence?

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Este blog se emociona ao receber um e-mail do criador dos Crássicos da Periferia, um dos grandes clássicos da animação do ano passado. Chuife. Não é todo dia que você é elogiada por alguém que você curte muito.

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Agora vou ali ter uma vida e me preparar para A Festa Do Ano. Vestida de Mulher Maravilha.

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