Diários de mudança


Como vocês já devem saber, nos mudamos para Niterói. É mais longe do trabalho, sabemos, mas alguns fatores pesaram na nossa decisão – e cá estamos.

Um dos fatores é o tamanho do apartamento – bem maior do que o anterior -, combinado com o fato de que agora estamos montando a casa juntos, e isso faz uma diferença enorme na relação – na nossa e na relação com a casa. O anterior tinha tralha minha – muita tralha! – e de Cid. O atual tem espaço – e a real é que estamos aproveitando a oportunidade também para jogar lixo fora, doar coisas, nos desfazer de (alguns) excessos. Alguns, apenas, né? Pelamor. Estamos adotando novos hábitos, mas não vamos nos transformar em novas pessoas da noite pro dia. Um passo de cada vez. 🙂

A primeira coisa que eu diria para vocês é ‘pesquisem sobre a companhia de mudança no Reclame Aqui’. Não queríamos nossos ukeleles destroçados, toy arts perdidas, peças de figurino detonadas. Foi difícil porque lá em casa nunca teve exatamente um ‘lugar para os discos’, ‘lugar para os livros’, era tudo meio empilhado onde dava – o que nos obrigou a empacotar algumas coisas nós mesmos e deixar o resto na mão da Guarda Móveis Copacabana. Não foi barato, pela quantidade de coisas e pela distância entre uma casa e outra (mudou município, né?), mas os caras têm um cuidado absurdo com absolutamente tudo. ATÉ COM NOSSOS LIXOS, que vieram todos. ¬¬

(recomendo a empresa. recomendo mesmo. deu tudo muito certo)

O primeiro ambiente 100% pronto para uso foi a cozinha (banheiro. o banheiro também). Primeiro porque ela já está devidamente equipada, segundo porque precisamos comer todo dia, certo? Foi uma boa estratégia. De barriga cheia, ficamos mais animados para fazer todas as outras tarefas da casa.

Cid, especialmente:

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Tudo tem gaveta, armário, lugar próprio para armazenamento, tomadas, tudo está lindo. Na cozinha, né? O resto da casa… tá indo.

Ainda não fizemos uma semana na casa e até que a operação desempacotamento está indo razoavelmente bem. É que ainda não temos móveis nem estantes, então não faz sentido abrir e desempacotar coisas que não podem ser guardadas em lugar nenhum. Temos um quartinho da bagunça / escritório ainda cheio de caixas empilhadas, mas já com algumas estantes e escrivaninha montada (e um sofá-cama para as visitas). O quarto tem um armário provisório que as tias deixaram, e caixas e mais caixas de roupas (e as sapateiras velhas aqui), mas quando chegar o guarda-roupa TRU, ninguém segura.

E a sala…

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Hoje chega a cristaleira para os toys, no fim de semana chegam algumas estantes para livros, discos e CDs. Sofá, só no final de setembro. Mas Cid já realizou o sonho da poltrona reclinável própria, e está se sentindo bem mais dono da casa (e isso é ótimo!).

Sim, mudar gasta muito dinheiro – especialmente se você não tem móveis (sofá, cama, guarda-roupa) e se a mudança é intermunicipal. Mas pelo menos os equipamentos da casa a gente já tinha. Acabou com a viagem de férias, mas… bem, acho que tá tudo bem. Os quartos e diferentes ambientes podem nos proporcionar não apenas mais liberdade criativa como a possibilidade de montar nossos ateliês e focar em produtos (vídeos, bambolês, costuras, sites). Acho que nas férias do ano que vem teremos mais $$ em caixa do que este ano.

Conforme formos ajeitando a casinha, vou postando aqui as novidades 🙂