obsessiva, sim, um pouco…


Já tem quase seis meses, e ainda penso em loop em alguns detalhes estranhos. Não penso mais no ‘e se…?’, a tristeza já foi embora, a pesquisa compulsiva por sites e fóruns de discussão que pudessem esclarecer alguma coisa – qualquer coisa – sobre um assunto que não me diz o mínimo respeito já deu o que tinha que dar – mas ainda não consigo parar de pensar no fato de que, num mundo onde os animais de estimação se chamam Elvis, Claudinha, Nietzsche, Zulu, Amélie, Floyd, Pequeno, Chiquinha, Bibiana, She-Ra e Edgar, justo a cachorra de Luís tinha, mas tinha que se chamar VIDA.